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Dia Mundial da Conscientização do Autismo

  • Foto do escritor: Kyze
    Kyze
  • 3 de abr.
  • 2 min de leitura

Dois de abril é o Dia Mundial da Conscientização do Autismo.

Antes pouco falado, agora um tema presente nos debates, amplamente discutido, mas ainda mal compreendido.

Fato é que autistas existem e fazem parte da sociedade. Pessoas que muitas vezes passam suas vidas reclusas ou se “moldando” para se encaixar em um meio que muitas vezes, em vez de acolher, exclui e invalida.

que está é um transtorno do neurodesenvolvimento caracterizado por déficits na comunicação/ interação social e padrões restritos e repetitivos de comportamento. Alguns sinais podem ser percebidos ainda na primeira infância, ou mais tarde, quando as demandas sociais se tornam mais complexas e recorrentes na vida do indivíduo, acarretando prejuízos nas diversas áreas da vida.

Indivíduos autistas comumente apresentam:

  • Déficits na reciprocidade socioemocional;

  • Déficits na comunicação não verbal;

  • Déficits no desenvolvimento, manutenção e compreensão dos relacionamentos;

  • Movimentos motores, uso de objetos ou fala estereotipados e repetitivos;

  • Insistência na mesmice, adesão inflexível a rotinas ou padrões ritualizados de comportamento verbal ou não verbal;

  • Interesses altamente restritos e fixos que são “anormais” em intensidade ou foco;

  • Hiper ou hiporreatividade a estímulos sensoriais ou interesse incomum em aspectos do ambiente.

Essas características estão presentes ainda na infância e acompanham o indivíduo em todas as fases da vida, resultando em prejuízos significativos e necessidade de suporte.


Autismo "não tem cara" e cada indivíduo no espectro é único em suas peculiaridades, limitações, habilidades e potencialidades.

O dia Mundial de Conscientização do Autismo foi instituído em 2007, pela OMS, com o propósito de promover visibilidade, conhecimento e acolhimento.


Psicofobia se combate com informação.







IMPORTANTE: As descrições aqui apresentadas resumem alguns dos sinais e sintomas que podem estar presentes em determinados transtornos mentais. Elas não definem diagnóstico e não substituem uma avaliação médica. Caso se identifique com alguma das informações, ou esteja em sofrimento, procure ajuda médica. 

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